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Os Melhores Contos da Fábrica do Terror — Vol. 4
19.50 € (com IVA)Os Melhores Contos da Fábrica do Terror – Vol. 4 é a quarta antologia de contos de terror em português publicada pela Fábrica do Terror.
Esta obra reúne os melhores contos publicados na Fábrica do Terror em 2025 e inclui 66 autores, numa edição que agrupa as mais surpreendentes e diversas histórias de terror em língua portuguesa.
«Podcast» da Fábrica do Terror em parceria com a FNAC
Nas últimas sextas-feiras do mês, sessões ao vivo na FNAC de Alfragide.
Ep. 11 – Terror Cor-de-rosa
O conceito de «terror cor-de-rosa» ainda não é amplamente conhecido e divide opiniões. Como tal, nesta sessão, convidámos as escritoras Madalena Santos e Raquel Fontão para falarmos desta vertente cromática do terror. Podcast em parceria com a Cultura FNAC.
Últimas
Notícias, comunicados de imprensa, críticas, etc.
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Crítica a «E do Mar Vieram», de Raquel Fontão
Uma autora que rapidamente se tornou um must read entre autores portugueses.
Em Prol do Género
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Sempre me senti envergonhada com a inautenticidade dos meus textos. Escrevia palavras atrás de…
O Atraso da Prata
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O casarão dos tios, nos arredores de Sintra, cheirava a humidade e a cera de abelha barata. Mafalda…
«Dead Stop — No Vacancy»
Camel101 apresenta-nos um videojogo ao estilo slasher. Ambiente, história e, como não podiam…
O Frio Não Dói
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Aviziboa, conhecida feiticeira de Sirol, olhou a lama barrenta que escorria para o chão. Com…
Avariados
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Atravesso a cidade sob a luz do entardecer, ainda forte, entrando obliquamente pelo para-brisas e…
«Os Melhores Contos da Fábrica do Terror – Volume 4» está oficialmente em pré-venda!
A nova coletânea de contos da Fábrica do Terror inclui um número recorde de 66 autores.
Sessão da Noite – «Saccharine» (2026)
Um filme de Natalie Erika James. Alerta: não vejam enquanto comem.
Sustinhos – «Cartas a um Monstro», de Patricia Forde
Uma história epistolar onde o medo se enfrenta por meio da escrita.
Contos & Microcontos
Até hoje, já publicámos 165 autores.
É com muita alegria que continuamos a divulgar a literatura de terror em Portugal.
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»» Submissão de Contos
Publicamos ficção de terror original em português. Se há por aí uma história tenebrosa mortinha para sair da gaveta (ou se conheces alguém que tenha uma), queremos lê-la e partilhá-la com a restante família da Fábrica do Terror.
Para mais informações, clicar AQUI.
»» Submissão de outras obras
De momento, estamos a aceitar banda desenhada, ilustração, animação, filme, vídeo, fotografia e música.
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Os Melhores Contos da Fábrica do Terror — Vol. 4
Os Melhores Contos da Fábrica do Terror – Vol. 4 O quarto volume dos melhores contos da Fábrica do Terror reúne o talento literário de 66 autores…
Oficina — Revisão de Texto I
Com a oficina de Revisão de Texto I, vais poder aprimorar os seus textos! Datas: 6, 13, 20 e 27 de setembro, 2026. Horário: 14 h 00 – 16 h 30 Total:…
Golpes Curtos — Os melhores Microcontos da Fábrica do Terror
Golpes Curtos — Os Melhores Microcontos da Fábrica do Terror Uma seleção de 59 microcontos (de 59 autores), publicados entre 2022 e 2026 (alguns…
Retiro de escrita (all inclusive) – Quarto quádruplo
Retiro de escrita - Quarto quádruplo 4 a 6 de dezembro de 2026
com Pedro Lucas Martins
All inclusive | orientações individuais | masterclass
03 de setembro
(2026)
Imagem da Semana
Arte plástica/escultura de:
Carolina Vaz
Expansão Parasitária
Mixed Media, espuma expansiva, spray, tinta acrílica 70×50 cm
«A obra trata-se de uma intervenção tridimensional que cruza a escultura e a instalação, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo, a decadência da memória e a profanação da arte clássica. A peça toma como suporte uma moldura antiga para encenar uma rutura estética radical, onde uma entidade amorfa e ficcional parece emergir das suas entranhas para a devorar.
O conceito centra-se, então, no choque intencional entre o belo e o monstruoso, o histórico e o biológico. A entidade, concebida para simular carne viva em mutação, introduz uma linguagem corporal que contamina a estrutura geométrica da moldura. Ao simular este processo de destruição e invasão, a obra sugere que até as estruturas culturais mais sólidas estão sujeitas à corrupção e ao contágio inevitável do tempo.
Formalmente, o projeto ganha corpo através do contraste de materiais onde a moldura dourada e o retrato se confrontam com a espuma expansiva, cuja expansão imprevisível procura texturas celulares e fúngicas. O acabamento em tinta acrílica e spray confere à peça uma aparência húmida, ativa e hematológica. O resultado é uma peça visual alarmante, desenhada para atrair e repelir, ao mesmo tempo, o observador.»
Podes seguir o trabalho de Carolina Vaz no Instagram em @vaz.carolina
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